Thursday, November 29, 2012
Casablanca
Rex, never got around to writing my third and final cultural blog post. Sorry. Just wanted to make it easier for you.
Ungulani Ba Ka Khosa
"Importa abrir um parêntese e dizer, no meu modesto entender, que a música talvez seja a expressão cultural que mais ludibria os cânones fascizantes de uma cultura eurocêntrica ainda dominante."
Uma das maiores razões que música ludibria a cultura dominante é a facil maneira de que é transmitida do povo. A tradição oral dos povos natais é um "fenomino" que existe em cada cultura. Mesmo que, por exemplo a maior parte do povo mozambicano, não fosse alfabetizada o povo pode transmitir cultura antiga, e também reinventar novas culturas para rebelar contra o povo dominante. Então, como a música efeita cada pessoa e transborda as dificuldades que as livros e jornais tem. Por causa da facilidade que cada pessoa tem para entender e participar nas músicas, Ungulani fall que "[ela] mais ludibria...uma cultura eurocêntrica... dominante".
Uma das maiores razões que música ludibria a cultura dominante é a facil maneira de que é transmitida do povo. A tradição oral dos povos natais é um "fenomino" que existe em cada cultura. Mesmo que, por exemplo a maior parte do povo mozambicano, não fosse alfabetizada o povo pode transmitir cultura antiga, e também reinventar novas culturas para rebelar contra o povo dominante. Então, como a música efeita cada pessoa e transborda as dificuldades que as livros e jornais tem. Por causa da facilidade que cada pessoa tem para entender e participar nas músicas, Ungulani fall que "[ela] mais ludibria...uma cultura eurocêntrica... dominante".
The First Grader
Uma parte interessante que achava do filme era as perseguições que o povo, especificamente a professora, recebeu porque o Maruge estava frequentando a escola. Várias pessoas estava ficando bravo e ciumento deles. Ciúmes aconteceram por várias razões. Algumas pessoas queriam que seus próprios filhos entrassem na escola em vez dele. A cadeira dele era um "waste of space" nos olhos das pessoas e queriam que seus filhos tomassem a lugar dele.
A outra parte do povo que é ciumento porque depois que o Maruge basicamente se torna famoso, acham que ele, e a professora estão recebendo dinheiro. Pessoas ligam para o marido da professora e digam mentiras sobre ela para tentar destruir a vida dela (e tem tentativas para destruir a vida da Maruge) porque supostamente eles (Maruge e a professora) estão recebndo coisas como dinheiro que eles querem.
Isso mostrar fortemente a corrupção das pessoas. Sentimentos ruins sobre os successos das outras pessoas e a desejo de ter dinheiro faz que as pessoas tornam quase loucas. São essas pessoas que tentam de impedir o progresso da nação e as pessoas para se elevarem. Acho que a filme The First Grader mostra isso muito bem.
A outra parte do povo que é ciumento porque depois que o Maruge basicamente se torna famoso, acham que ele, e a professora estão recebendo dinheiro. Pessoas ligam para o marido da professora e digam mentiras sobre ela para tentar destruir a vida dela (e tem tentativas para destruir a vida da Maruge) porque supostamente eles (Maruge e a professora) estão recebndo coisas como dinheiro que eles querem.
Isso mostrar fortemente a corrupção das pessoas. Sentimentos ruins sobre os successos das outras pessoas e a desejo de ter dinheiro faz que as pessoas tornam quase loucas. São essas pessoas que tentam de impedir o progresso da nação e as pessoas para se elevarem. Acho que a filme The First Grader mostra isso muito bem.
Cegos
"Não gosto de homens que têm raça."
No filme Terra Sonâmbula, o índio que toma conta da lojinha fala isso. Achava muito interessante porque fala ao Kinzu, não gosto de pretos. Também disse que não gosta de brancos nem indianos. Sempre pensei assim também. Que não gosto de homens que têm raça. Por isso achava essa frase tão marcante. Cada pessoa tem a capaicade de ser cegado pelo sua propria raça. "whtie suprimists" negritude, e outros movimentos tem essa capacidade de cegar as pessoas. Realmente as pessoas melhores no mundo não são cegados pelo cor da sua pele. Podemos ver e entender que cada um de nos é humano e entendemos que somos iguais. Assim que te ver cada pessoa na terra pensando assim, coisas vão melhorar muito. Essa frase é bem profunda e gostei muito esta cena no filme.
No filme Terra Sonâmbula, o índio que toma conta da lojinha fala isso. Achava muito interessante porque fala ao Kinzu, não gosto de pretos. Também disse que não gosta de brancos nem indianos. Sempre pensei assim também. Que não gosto de homens que têm raça. Por isso achava essa frase tão marcante. Cada pessoa tem a capaicade de ser cegado pelo sua propria raça. "whtie suprimists" negritude, e outros movimentos tem essa capacidade de cegar as pessoas. Realmente as pessoas melhores no mundo não são cegados pelo cor da sua pele. Podemos ver e entender que cada um de nos é humano e entendemos que somos iguais. Assim que te ver cada pessoa na terra pensando assim, coisas vão melhorar muito. Essa frase é bem profunda e gostei muito esta cena no filme.
Sem Esperança
"Nos nunca vamos sair daqui!"
Quando estava lendo, achava muito interessante este frase. Bem no começo do livro, encontram um ônibus queimado, cheia de gente morto. É uma cena triste e terrivel, bem macabro. Acho que o machimbombo é um símbolo do país. Tem muito morte e lugares quiemados. O país é cheio de mortos e é triste. A declaração do menino, mesmo sendo sobre o ônibus, é uma declaração sobre os sentimentos das pessoas sobre a guerra. Cheia de tristeza e morte, e ninguem há esperança sobre o fim. Mia Couto usa essa imagem como metafora muito bem para mostrar isso.
Quando estava lendo, achava muito interessante este frase. Bem no começo do livro, encontram um ônibus queimado, cheia de gente morto. É uma cena triste e terrivel, bem macabro. Acho que o machimbombo é um símbolo do país. Tem muito morte e lugares quiemados. O país é cheio de mortos e é triste. A declaração do menino, mesmo sendo sobre o ônibus, é uma declaração sobre os sentimentos das pessoas sobre a guerra. Cheia de tristeza e morte, e ninguem há esperança sobre o fim. Mia Couto usa essa imagem como metafora muito bem para mostrar isso.
Fragmentos Verdadeiros
“A mingi
bonanga e mizeni yenu ngi ya hamba, manje mizokusebendza ni bafazi benu...”
“Jamias me
vistes em vossas casas... E verdade que me vou, mas sereis escravizados com as
vossas mulheres.”
Escrevo sobre este frase ou “fragmento do fim 6” por duas razoes. Podemos ver aqui o cara ter do Ngungunhane. Ele realmente nao e um bom lider. Podemos ver que durante seu reinado realmente queria que as pessoas lembrassem dele mais do que qualquer outra pessoa. Como um lider totalitario, ele nao cuidava bem do povo dele. Pensou mais sobre ele e seu poder do que o bem estar do povo. Se ele comandasse seu povo diferente, nao teria dito este frase. Ele esta dizendo que agora o povo esta ferrado e nada vai estar bem para eles nas suas vidas. Tambem gosto muito dos fragmentos do fim que Ungulani incluiu no livro de Ualalapi. Esta mistura de fato e ficcao faz que o livro tivesse mais impacto. Mesmo que este conto talvez seja ficcionalizado, tem estas partes verdadeiras e faz o conto parecer mais real.
A Marca da Domia
“E poucos
foram os que souberam que Ngungunhane tinha uma marca indelevel na coxa direita
do seu corpo.”
Achava esta cena muito interessante no livro de Ualalapi. Domia, depois que seu pai morreu, foi buscar Ngungunhane para mata-lo e ganhar vinganca da morte do pai. Para mim, Domia representa os sentimentos do povo. Desde que Ngungunhane assumiu o “reino” ele tem sido um lider totalitario. Mandou matar seu irmao para que ficasse como hosi na tribo. Matou outros e tem sido um lider terrivel. Acho que o povo da tribo reconheceu isso facilmente no comeco e por causa disso Domia represente este sentimento. Tambem a cicatriz que Ngungunhane tem na coxa (que Domia lhe deu) representa o poder que este pensamento tem. Nunca vai sair. Sempre vai estar la para relembrar Ele como o povo sente. Tambem, a tirania dele esta marcada na coxa dele agora para sempre. Ele pode “limpar seus pensamentos” mas sempre vai lembrar este noite... quando uma moca chamou lhe de um cao e cuspiu na cara dele. Ele tremeu naqule noite e vai tremer sempre quando lembrar porque recebeu aquela marca.
Exacerbando o Problema
“E quando
O dilemma e
de lagrimas a mais no Mundo
Os
cassetetes e o gas lacrimogenio da policia
Fazem o
povo chorar publicamente
Sem
excepcoes.”
Jose Caraveirinha escreveu este poema e acho muito interessante. O titulo “Ciencia” e interessante tambem depois de ler. Bastante vezes podemos ver que a ciencia eh o estudo de um “cause and effect” scenario. Durante o poema, o autor descreve varias situacoes onde tem um problema, depois acontece uma acao e tem um grande efeito no problema. Sempre, as causas pioram a situacao. Ele usa as primeiras duas estrofes para mostrar este dilema de piorar a situacao para que o ultimo estrofe tivesse um maior impacto. No ultimo estrofe, tem o “Mundo” e esta chorando. E dai, a policia chega, piora a situacao com gas e cassetetes, e “fazem o povo chorar publicamente sem excepcoes.” Isto e um bom uso de metaforas para mostrar como e a situacao do povo em Mozambique. Ele escreveu este poema no ano de 1956 e podemos ver que esta criticando Portugal e o povo que estao colonizando Mozambique. Jose Craveirinha mostra como eles (portugueses) nao estao fazendo bem no pais. Estao simplismente dominando o povo, abusando e piorando a situacao la e este poema mostra fortemente como iso esta acontecendo.
Tuesday, November 27, 2012
Bom Dia Camaradas
"Quem é este Ngangula que tu falas aqui?... Ó tia, não me digas que não sabes quem é Ngangula?!... Só acho estranho que tu não conhecias o Ngangula, tia, toda gente sabe, acho que até em Cuba sabem quem ele era..."
Acho este trexo interessante. Aqui o menino está conversando com a tia Dada. Ela pegou um caderno antigo da escola que teve e começou ler sobre uma pessoa chamada Ngangula. Ela nunca ouviu falar a respeito dele e ele ficou espantado que ela desconheceu-lo. É mais interessante ainda que ele menciona que acha que até as pessoas na Cuba conhecem Ngangula. Era um heroi da guerra colonial porque diz é de tempos antigos. Acho esta conversa sublinha o fato que os Portugueses não ligaram muito com o que estava acontecendo nas suas colônias. É verdade que no final da guerra que não queriam mais estar nos países Africanos, e mostraram este sentimento. Mas, afinal das contas, podemos ver que não sabiam o que estava acontecendo durante a guerra e também não aprendem sobre a guerra depois todas estes anos. Acho que isso mostra como os Portuguese realmente não se preocupavam muito sobre as pessoas (africanas) nas colônias e somente se preocupavam com as coisas que ganharam dinheiro deles. Também sublinha como não pensam muito sobre este tempo de guerra porque é meia embaraçante. Por isso, este guerra tem o apelido de "o guerra Vietnã de Portugal." Não era uma coisa bem apoiada e agora não é uma coisa que aprendemos muito sobre na escola.
Acho este trexo interessante. Aqui o menino está conversando com a tia Dada. Ela pegou um caderno antigo da escola que teve e começou ler sobre uma pessoa chamada Ngangula. Ela nunca ouviu falar a respeito dele e ele ficou espantado que ela desconheceu-lo. É mais interessante ainda que ele menciona que acha que até as pessoas na Cuba conhecem Ngangula. Era um heroi da guerra colonial porque diz é de tempos antigos. Acho esta conversa sublinha o fato que os Portugueses não ligaram muito com o que estava acontecendo nas suas colônias. É verdade que no final da guerra que não queriam mais estar nos países Africanos, e mostraram este sentimento. Mas, afinal das contas, podemos ver que não sabiam o que estava acontecendo durante a guerra e também não aprendem sobre a guerra depois todas estes anos. Acho que isso mostra como os Portuguese realmente não se preocupavam muito sobre as pessoas (africanas) nas colônias e somente se preocupavam com as coisas que ganharam dinheiro deles. Também sublinha como não pensam muito sobre este tempo de guerra porque é meia embaraçante. Por isso, este guerra tem o apelido de "o guerra Vietnã de Portugal." Não era uma coisa bem apoiada e agora não é uma coisa que aprendemos muito sobre na escola.
Thursday, November 15, 2012
Crioulização do Mundo
"O estudo da história da África, de uma perspectiva brasileira, nos ajudadará a responder a essas e muitas outras perguntas. Talvez tenhamos até mesmo melhores condições de entendimento afetivo para contar, explicando, como se crioulizaram as duas margens do Atlantico, como se estabeleceram certos padrões culturais comuns nas cidades e vilarejos costeiros ligados pelo trafico."
Acho isso é um pensamento muito interessante ditado pelo Alberto da Costa e Silva. Podemos ver que teve este crioulização nos países que tiveram este ligação com a África. Até aqui nos Estados Unidos podemos ver esta diferença que a cultura africana que entrou aqui durante os tempos escravistos. Este crioulização é um exemplo como a cultura é importante para o povo dominado. Quando pegamos nesta cultura, nos ligamos com todas as outras pessoas. Coisas como Capoeira ainda existe e são resultados desta cultura africana e crioulização dos paises nos dois lados do mar atlantico. É interessante de pensar o afeto que os negros tiveram neste países e acho que pode falar que não mudaríamos nada. Ajudaram civilizar o povo e tambem agora temos uma ligação com os países africanos.
Acho isso é um pensamento muito interessante ditado pelo Alberto da Costa e Silva. Podemos ver que teve este crioulização nos países que tiveram este ligação com a África. Até aqui nos Estados Unidos podemos ver esta diferença que a cultura africana que entrou aqui durante os tempos escravistos. Este crioulização é um exemplo como a cultura é importante para o povo dominado. Quando pegamos nesta cultura, nos ligamos com todas as outras pessoas. Coisas como Capoeira ainda existe e são resultados desta cultura africana e crioulização dos paises nos dois lados do mar atlantico. É interessante de pensar o afeto que os negros tiveram neste países e acho que pode falar que não mudaríamos nada. Ajudaram civilizar o povo e tambem agora temos uma ligação com os países africanos.
Mayombe
"Eu, o narrador, sou teoria"
Esta frase é ditada durante o livro Mayombe de Pepetela. Sabemos que Pepetela lutou com o MPLA durante a guerra de libertação contra os Portugueses. Ele escreveu este livro durante os anos de 1970-1971 e o publicou no ano de 1980. Este conto é uma ficçionalização da guerra e trata um grupo de os guerreiros do MPLA. Pepetela escreveu este livro para mostrar que o MPLA não era tão idealística como as pessoas achavam. Acho esta sitação interessante porque mostra este lado tamb´m. Para mim, o narrador, chamando se de teoria significa que não é real. Somente extiste nas mentes das pessoas ou no mundo perfeito. Este pararelismo com os eventos reais que estavam acontecendo no país de Angola mostra como tem faltas nos pensamentos das pessoas e nos líderes nos grupos revolucionarias. A coisa interessante e ainda tem dificuldades por causa das faltas de pensamentos. Existe muito corrupção no governo de Angola e Pepetela percebia isso. A teoria idealística do povo e da revolução ficou como teoria, como o narrador sempre era.
Esta frase é ditada durante o livro Mayombe de Pepetela. Sabemos que Pepetela lutou com o MPLA durante a guerra de libertação contra os Portugueses. Ele escreveu este livro durante os anos de 1970-1971 e o publicou no ano de 1980. Este conto é uma ficçionalização da guerra e trata um grupo de os guerreiros do MPLA. Pepetela escreveu este livro para mostrar que o MPLA não era tão idealística como as pessoas achavam. Acho esta sitação interessante porque mostra este lado tamb´m. Para mim, o narrador, chamando se de teoria significa que não é real. Somente extiste nas mentes das pessoas ou no mundo perfeito. Este pararelismo com os eventos reais que estavam acontecendo no país de Angola mostra como tem faltas nos pensamentos das pessoas e nos líderes nos grupos revolucionarias. A coisa interessante e ainda tem dificuldades por causa das faltas de pensamentos. Existe muito corrupção no governo de Angola e Pepetela percebia isso. A teoria idealística do povo e da revolução ficou como teoria, como o narrador sempre era.
Cultural Renaissance
"The fact that independence movements are generally marked from the very outset by a flurry of manifestations of things cultural has led to the observation that these movements are preceded by a cultural renaissance of the dominated people."
Amílcar Cabral disse aqui uma coisa muito interessante. Os movimentos de libertação são precedidas pelos movimentos culturais. Uma coisa que vemos durante este semestre é a ligação do povo dominado pelo cultura antiga que tiveram antes de ser dominados. Este ligação é muito forte e ajuda o povo se ajuntar contra os colonizadores. Uma razão que acho que a cultura faz isto é porque pode ser falada nas línguas originais da terra. Normalmente os colonizadores não saberiam falar estas línguas natais e este fato ajuda criar um senso de ser grupado como um povo. Ajuda de ter orgulho sobre suas raízes e criar um desejo de ter sua terra sob o controle do povo natal da area. Por isso, temos exemplos de negritude que ajuda com este orgulho e ajuda o povo de ter uma razão para se ajuntar e lutar contro o outro povo colonizador.
Amílcar Cabral disse aqui uma coisa muito interessante. Os movimentos de libertação são precedidas pelos movimentos culturais. Uma coisa que vemos durante este semestre é a ligação do povo dominado pelo cultura antiga que tiveram antes de ser dominados. Este ligação é muito forte e ajuda o povo se ajuntar contra os colonizadores. Uma razão que acho que a cultura faz isto é porque pode ser falada nas línguas originais da terra. Normalmente os colonizadores não saberiam falar estas línguas natais e este fato ajuda criar um senso de ser grupado como um povo. Ajuda de ter orgulho sobre suas raízes e criar um desejo de ter sua terra sob o controle do povo natal da area. Por isso, temos exemplos de negritude que ajuda com este orgulho e ajuda o povo de ter uma razão para se ajuntar e lutar contro o outro povo colonizador.
Sunday, September 30, 2012
Some Funny Kind of Puerto Rican
"The other day, they called Fox Point the Lower East Side. And I told them, this is not the Lower East Side, this is Fox Point."
Achei esse parte do filme muito interesante. Fox Point, é a casa dela. É o novo Cabo Verde para ela. Agora, ela estava falando que ficou muito chateada com isso. Ela nasceu e morou o tempo inteiro da vida dela em Fow Point. Chamamos isso mais uma forma de colonialismo. A universidade e lado "rica" (ou seja melhor), começou de tomar ess parte. Mesmo no filme falaram que "se os velhinos voltassam pra cá, não o reconheceria". Eles tiveram que lutar para não perder a casa, para não ser abondonada, e para não ter que sair e procurar um outro lugar para morar. "Home is where your heart is," e é em Fox Point e onde a coração dela mora. Mesmo sendo caboverdiano, é a lugar dela. Em geral, precisamos pensar em o que estamos fazendo. Quando criarmos uma rua nova, mas tem que forçar as pessoas para sair suas casas para dar espaço para essa rua, estamos coloniando esse lugar. Nunca devemos apoderar outras pessoas para gnhar o que queremos. Não é nosso lugar para fazer isso.
Achei esse parte do filme muito interesante. Fox Point, é a casa dela. É o novo Cabo Verde para ela. Agora, ela estava falando que ficou muito chateada com isso. Ela nasceu e morou o tempo inteiro da vida dela em Fow Point. Chamamos isso mais uma forma de colonialismo. A universidade e lado "rica" (ou seja melhor), começou de tomar ess parte. Mesmo no filme falaram que "se os velhinos voltassam pra cá, não o reconheceria". Eles tiveram que lutar para não perder a casa, para não ser abondonada, e para não ter que sair e procurar um outro lugar para morar. "Home is where your heart is," e é em Fox Point e onde a coração dela mora. Mesmo sendo caboverdiano, é a lugar dela. Em geral, precisamos pensar em o que estamos fazendo. Quando criarmos uma rua nova, mas tem que forçar as pessoas para sair suas casas para dar espaço para essa rua, estamos coloniando esse lugar. Nunca devemos apoderar outras pessoas para gnhar o que queremos. Não é nosso lugar para fazer isso.
Thursday, September 13, 2012
Africa como Tema
É muito interessante de pensar sobre África e o que as pessoas pensam a respeito dela. Bem no começo do ensaio dele, Gerald M. Moser disse que os escritores portugueses recordaram as primeiras impressões feito pela África e seu povo. Ele disse que “their pioneering efforts in many ways fixed the lines of thought for later generations, giving Africa its twofold reputation as a continent of secret promise and as the abode of primitive barbarity, a reputation that has clung to it ever since.” Isso é pura verdade. A maioria das pessoas, ainda hoje no ano de 2012, pensam isso sobre a África.
Todos os autores que escreveram sobre a África, e ainda escrevem sobre ela, contribuem à sua imagem. Moser disse que “all have contributed their share to an image of Africa, to what may be called the wedding of the European spirit with an eternally feminine, dark and pulsing Africa, which endures against all odds.” Somente agora, que temos autores da Africa que estao escrevendo, e em linguas comuns como portugues, podemos realmente ver como Africa e.
Thursday, September 6, 2012
National Culture
"Colonialism tries to disarm national demands by putting forward economic doctrines."
Eu achava esse frase muito interessante. Realmente os colonizadores não ligam para o povo da colonia. Eles estão lá somente para ganhar dinheiro e riquezas atravez da exploitação de dinheiro e recursos naturais. Por essas razões estão buscando nova terra.
Já conversamos sobre o que acontece quando um povo coloniza um outro povo, eles tentam de destruir a herança e história do lugar. Eles chegam e dizer, "vamos ajudar vocês serem melhores." Realmente isso não o que querem... somente querem melhorar eles mesmo. Por exemplo, quando os Portugueses colonizaram o Brasil, a maioria do ouro que acharam foi mandada de volta ao Portugal. Então, é facil de entender a frase acima. Quando a nação começa revoltar, as primeira tentativas dos colonizadores é para parar esses sentimentos com razões economicas. Eles falam, "estamos fazendo uma coisa boa pra vocês, só olha e vai ver!" Felizmente, esses mentiras não funcionam todas as vezes e a nação começa lutar para ser livres.
Thursday, August 30, 2012
Nationalism
"Definition of the nation: it is an imagined political community - and imagined as both inherently limited and sovereign."
É realmente possível que não entendi muito bem a leitura de Benedict Anderson; mas, com que eu li eu não concordei. A definição que deu de uma nação é que esse communidade é completemente fictiça. Eu não acho isso. Junto com a nação é nacionalismo que ele tambem disse que é ficção. Morando nos Estados Unidos eu conheco meu país, minha nação. Sei que nunca vou conhecer cada pessoa, mas, eu sinto orgulho (nacionalismo) de ser um Americano. Acho que Anderson se contradiz ele mesmo falando que nações tem limites físicas com as fronteiras. Ele tambem admita que nacionalismo "command such profound emotional legitimacy." Acho que nacionalismo e nações são reais e legitimas. Ele está argumentando contra isso mas acho que a introduzão dele é fraco e não ajuda o causo dele. Nos, como seres humanos, pertence uma nação. Desde que humanos existem aqui na terra, existia tribos, grupos, e famílias. Orgulho, ou nacionalismo, ajudava esse grupos, ou nações, vencer outros e sobreviver na terra. Eu concordo que, se não tivesse essa idea de nacionalismo, teria mais paz na terra mas nações e nacionalimso realmente existe.
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