Friday, September 30, 2011


Antonio Parreiras captura aqui o dor e a tristeza que matou a Iracema. Martim e Iracema casarem durante a romância e tiveram um filho. José de Alencar escreveu esse livro para mostrar os brasileiros os raizes do país. Queria mostrar a criação do brasileiro. O filho que a Iracema e o Martim tiveram era o primeiro brasileiro. Mas, como Antonio Parreiras mostrou na pintura, a colonização e a criação do Brasil aconteceu com dor. Os índios, foram abusados, esquecidos, e usaram, mesmo que sendo um raiz essencial do Brasil. A relação do Martim e Iracema é uma metáfora com a relação do Brasil e os índios. Iracema, se entregou tudo para Martim, mas, usou ela, esqeceu, e a abandonou. A tristeza da Iracema é um síbolo da tristeza que os índois passaram e sentiram durante a colonização do Brasil.

Thursday, September 8, 2011

"A gente não pode dormir
com os oradores e os pernilongos...
Eu morro sufocado
em terra estrangeira.
Nossa flores são mai bonitas
nossas frutas mais gostosas
mas custam cem mil réis a dúzia."
"Canção do exílio" Murilo Mendes

Cada brasileiro tem orgulho de ser um brasileiro. Realmente pensem que são bem melhor do que os outros países. Esse sentimento é ilustrada bem no poema "Canção de Exílio" de Gonçalves Dias. Mas, o outro lado que tive visto quando estava no Brasil é que as pessoas reclamam sobre a corrupção no país tambem. O poema "Canção do Exílio" pelo Murilo Mendes mostra isso bem. Usando o poema original, Murilo Mendes escreveu essa paródia. Com essa paródia pode ver que apesar de achar tudo melhor no país, achamos que tem um lado ruim; tem corrupção e tem pessoas destruindo o própio bem do pais. A frase de "a gente não pode dormir com os oradores e os pernilongos" com "nossas frutas custam cem mil réis" basicamente chamam os políticos de "blood-sucking theives". O contrasto dessa paródia é muito interessante e dá o leitor um outro perspectiva sobre o país. Nenhum lugar é paraíso.

Thursday, September 1, 2011

Perdido

"...as fofocas, os fuxicos, os bate-bocas, tudo era humano. O ruído da máquina de escrever quebrava a desarmonia humana da vila e por isso espancavam suas paredes. Um dia, bêbado, AC cantou até de madrugada e ninguém protestou."

Durante o tempo inteiro do conto o AC esta preso. Sempre esta usando frases como "ainda estou preso" "estou saltando fora" "fugir" e tal. Esse frase acima mostra bem o predicamento que está dentro. O AC não consegue viver no mundo intelectual dentro da favela. A maquina de escrever mata o barulho humano que todas as pessoas fazem. Eles não aguentam de escutar à som estranha e reclamam. No proximo dia o AC fica bêbado e grita o poema em alemão e se juntou com a favelada. Esse frase mostra muito bem as dificuldades que está tendo em viver num mundo com ouras pessoas. Ele não é feliz quando está tentando escrever porque o barulho das pessoas e quando ele se torna um deles também não é feliz. É aqui que realmente começamos de ver a situação real dele e basicamente define o tom do resto do conto.